Um vendedor de joias foi sequestrado na manhã de sexta-feira (3) em Parnaíba, no litoral do Piauí, após ir até a comunidade Morro do Carcará, localizada no bairro Floriópolis, para cobrar valores referentes à venda de mercadorias. A Polícia Militar suspeita que integrantes de uma facção criminosa estejam envolvidos na ação.

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De acordo com o 27º Batalhão da Polícia Militar (27º BPM), a vítima foi surpreendida durante a cobrança. Segundo as investigações, um dos criminosos aplicou um golpe conhecido como "mata-leão", imobilizou o vendedor e roubou as joias que ele transportava. Em seguida, ele foi colocado à força dentro do próprio veículo.

Durante a ação policial, um dos suspeitos foi preso. Trata-se de Francisco Anastácio Batista da Silva, de 28 anos. Conforme a PM, ele assumiu a direção do carro da vítima a mando de Carlos Eduardo, conhecido como "Mineirinho", apontado como um dos líderes da ação criminosa.

Ainda segundo a polícia, Francisco relatou que receberia R$ 500 para levar o vendedor até uma área próxima ao Buriti. Após deixar a vítima no local, ele retornaria acompanhado de outras pessoas que, segundo seu depoimento, "iriam resolver a situação".

O veículo foi interceptado pouco tempo depois por equipes policiais nas proximidades de um posto da Polícia Rodoviária Federal (PRF). No momento da abordagem, o vendedor afirmou que não sabia para onde estava sendo levado.

Com as informações obtidas durante a prisão, os policiais seguiram até a residência de Carlos Eduardo, apontado como mandante do sequestro. No imóvel, foram encontrados tecidos utilizados para armazenar joias, um aparelho celular, dinheiro em espécie e um facão que, conforme a investigação, teria sido utilizado na prática do crime.

Apesar das buscas, Carlos Eduardo, conhecido como "Mineirinho", e Antônia Maria Sousa conseguiram fugir e seguem sendo procurados pelas forças de segurança.

Francisco Anastácio foi conduzido à delegacia, onde permanece à disposição da Justiça. A Polícia Civil dará continuidade às investigações para localizar os demais envolvidos e esclarecer a motivação do crime.

FONTE/CRÉDITOS: Cidade verde