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O radialista e servidor público Gilberto Veras, de 63 anos, morreu na manhã desta quinta-feira (3) após ser baleado durante um ataque a tiros em Luís Correia, no litoral do Piauí. Outro homem, identificado apenas pelo apelido de “Esqueleto”, também morreu durante a ação.
Segundo o delegado João Felipe Leite, quatro suspeitos chegaram ao local em duas motocicletas e efetuaram os disparos no momento em que as vítimas saíam de uma residência no bairro Campos.
Ainda conforme o delegado, os criminosos teriam perguntado a uma das vítimas se ela era conhecida como “Esqueleto”. Após a confirmação, os suspeitos começaram a atirar.
Gilberto Veras chegou a ser socorrido e encaminhado ao Hospital Nossa Senhora da Conceição, mas não resistiu aos ferimentos.
Polícia investiga possível relação com tráfico
A Polícia Civil informou que ainda não sabe qual era a relação entre Gilberto Veras e a segunda vítima. As circunstâncias do crime e a identificação dos responsáveis continuam sendo investigadas.
Uma das linhas de investigação considera a possibilidade de o ataque ter relação com o tráfico de drogas. De acordo com o delegado, o imóvel onde ocorreu o crime já foi alvo de operações policiais e seria conhecido como ponto de venda de entorpecentes.
Quem era Gilberto Veras
Além da atuação como radialista, Gilberto Veras era servidor público do município de Luís Correia. Ele era conhecido por sua atuação na comunicação e pelos serviços prestados ao município.
Após a confirmação da morte, a Prefeitura de Luís Correia divulgou uma nota de pesar e destacou a trajetória de Gilberto como servidor público e comunicador.
Na nota, a administração municipal lamentou profundamente a morte e afirmou que o radialista deixa “sua marca de dedicação, compromisso e relevantes contribuições ao serviço público de Luís Correia”.
A prefeitura também manifestou solidariedade aos familiares e amigos de Gilberto Veras.
A Polícia Civil segue realizando diligências para esclarecer a motivação do ataque, identificar os envolvidos e determinar a relação entre as vítimas e os suspeitos.
Publicado por:
Camylla Sousa
Camylla Sousa é jornalista formada pela Universidade Estadual do Piauí (UESPI), com experiência em produção de conteúdo jornalístico, telejornalismo, jornalismo digital, redes sociais, fotografia e assessoria de comunicação.
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