O prefeito de Teresina, Sílvio Mendes, afirmou que motoristas de ônibus que participarem da greve do transporte coletivo poderão ser penalizados com multas de até R$ 5,8 mil. A declaração ocorre em meio à paralisação organizada pelos trabalhadores rodoviários da capital.

A greve foi deflagrada após impasse entre o Sindicato dos Trabalhadores Rodoviários do Piauí (Sintetro) e as empresas do setor. A categoria reivindica reajuste salarial, aumento no tíquete-alimentação, auxílio-saúde e melhorias nas condições de trabalho, além da renovação da frota de ônibus.

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Segundo a Prefeitura, medidas emergenciais estão sendo adotadas para reduzir os impactos da paralisação no transporte público da cidade. Entre elas, a utilização de veículos alternativos para atender parte da demanda de passageiros.

O caso também chegou à Justiça do Trabalho. O Tribunal Regional do Trabalho da 22ª Região (TRT-22) determinou que o sistema opere com 100% da frota nos horários de pico e 80% nos demais horários durante o movimento grevista.

A paralisação tem provocado transtornos para milhares de usuários do transporte coletivo em Teresina, principalmente nos horários de maior movimentação.

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Enquanto a Prefeitura defende a manutenção do serviço por se tratar de atividade essencial, representantes dos rodoviários afirmam que a mobilização busca garantir melhores condições tanto para os trabalhadores quanto para a população que depende diariamente do sistema público de transporte.