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A Polícia Civil do Piauí cumpriu, na tarde desta quarta-feira (4 de novembro), um mandado de prisão preventiva contra um homem investigado pela suposta prática do crime de estupro de vulnerável no município de Barras, localizado na região norte do estado.
A prisão foi realizada por equipes da Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher e aos Grupos Vulneráveis (DEAMGV) de Barras, após decisão judicial fundamentada nos elementos reunidos durante as investigações.
De acordo com a Polícia Civil, o homem se apresentava como “rezadeiro” e “curandeiro” e realizava atendimentos de natureza espiritual e farmacêutica em sua própria residência. Pelos serviços oferecidos, ele cobrava valores das pessoas que procuravam atendimento.
Segundo o delegado seccional de Barras, Welder Melo, o investigado teria se aproveitado de um desses atendimentos para praticar atos de natureza sexual contra uma vítima menor de idade.
Diante das informações e dos elementos identificados durante a apuração policial, a Justiça decretou a prisão preventiva do suspeito. A medida foi cumprida pela equipe responsável pelo caso na tarde de quarta-feira.
### Polícia apreendeu preservativos e lubrificantes
Durante o cumprimento do mandado de prisão, os policiais realizaram diligências no imóvel onde o investigado morava e também desenvolvia os atendimentos.
No cômodo utilizado para essas atividades, foram encontrados e apreendidos produtos como preservativos e gel lubrificante. Os materiais foram recolhidos durante a ação policial e poderão integrar os procedimentos de investigação, conforme a análise das autoridades responsáveis.
A Polícia Civil não divulgou detalhes adicionais sobre a identidade da vítima, preservando informações que possam comprometer sua privacidade e integridade.
Investigado ficará à disposição da Justiça
Após o cumprimento da ordem judicial, o homem foi colocado à disposição da Justiça para a adoção das providências legais cabíveis.
A Polícia Civil do Piauí destacou que o enfrentamento aos crimes sexuais, especialmente aqueles praticados contra crianças e adolescentes, permanece entre as prioridades da instituição.
A corporação também reforçou a importância das denúncias e da atuação das unidades especializadas na investigação de crimes que envolvem violência e exploração de pessoas em situação de vulnerabilidade.
O caso segue no âmbito das autoridades competentes. A prisão preventiva é uma medida cautelar e não representa, por si só, uma condenação. A responsabilidade criminal do investigado deverá ser estabelecida pela Justiça.
Querido Piauí
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