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dos suspeitos de invadir um velório, atirar na cabeça do corpo de Adão Rodrigues e incendiar o caixão foi preso nesta quarta-feira (11), em Teresina. A polícia identificou o mandante, que está foragido em São Paulo. O crime teria sido motivado por disputa entre facções e vingança.

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O que aconteceu

A Secretaria de Segurança Pública do Piauí deflagrou, na manhã desta quarta-feira (11/02), uma operação para investigar o ataque ocorrido durante um velório na zona Norte de Teresina. A ação foi coordenada pelo Departamento de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (DRACO), com apoio do BEPI e da DINT.

O crime aconteceu na madrugada de 24 de janeiro de 2026, na Vila Cristalina, região do bairro Água Mineral. Adão Rodrigues dos Santos Júnior, de 27 anos, conhecido como “Cobra d’Água”, havia morrido em decorrência de uma infecção bacteriana após cirurgia realizada em São Luís (MA). O corpo era velado em uma residência na Rua Pascoal quando, por volta das 2h, dois homens chegaram de motocicleta, efetuaram quatro disparos na cabeça do cadáver e atearam fogo no caixão. Familiares conseguiram controlar as chamas e ninguém ficou ferido.

Segundo o delegado Laercio Evangelista, o crime foi premeditado e praticado por integrantes de facção criminosa, ligada ao PCC, como forma de retaliação. Um dos executores foi preso e permanece à disposição da Justiça. O mandante, apontado como integrante do PCC em São Paulo, teve mandado de prisão temporária expedido e segue foragido.

A investigação aponta que o ataque está relacionado à disputa territorial entre o PCC e o Bonde dos 40, além da suspeita de que Adão teria cometido um homicídio contra um amigo do mandante. Foram cumpridos mandados de prisão, busca e apreensão e medidas de extração de dados.

FONTE/CRÉDITOS: Querido Piauí